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TSE divulga respostas à militares sobre urnas eletrônicas

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) divulgou as perguntas feitas pelo Exército e as respostas da corte eleitoral sobre o sistema eletrônico de votação. Os questionamentos foram enviados no mês de dezembro pelo general Heber Garcia Portella, representante das Forças Armadas na Comissão de Transparência das Eleições do TSE.

O general pediu acesso a um total de 27 documentos, entre eles relatórios de riscos dos últimos quatro anos e políticas de auditoria, backup, antivírus, senha, segurança da informação e gestão de vulnerabilidades adotadas pela Corte. O militar alegou na época que, após examinar o Plano de Ação do TSE, “identificou-se a necessidade de ampliar o conhecimento sobre o processo eleitoral”, a fim de permitir que ele mesmo pudesse “opinar com assertividade” sobre o seu conteúdo.

Nas respostas encaminhas, o TSE reforça o que a corte eleitoral vem sustentando nos últimos meses de que as urnas eletrônicas são seguras para rebater falas do presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre a suposta vulnerabilidade dos equipamentos.

Em nota, o tribunal afirmou nesta quarta-feira (16) que a Comissão de Transparência Eleitoral, instalada em setembro de 2021, mantinha o conteúdo dessa discussão sob reserva. Porém, diante o vazamento da existência e do teor das perguntas, o TSE resolveu divulgar o inteiro teor dos documentos que contêm as perguntas formuladas pelo general Heber Garcia Portella, representante das Forças Armadas na comissão da corte eleitoral, e as respostas elaboradas pela área técnica da Corte Eleitoral.

Na última segunda-feira (14), Barroso informou ter enviado as respostas para as Forças Armadas. Foram 80 questões de natureza técnica, “sem qualquer comentário ou juízo de valor sobre segurança ou vulnerabilidades”, para compreender o funcionamento do sistema de votação. “As questões foram respondidas detalhadamente pela Secretaria de Tecnologia da Informação do TSE em um documento com 69 páginas e três anexos, somando pouco mais de 700 páginas”, afirmou o TSE.

MaisPB

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